10 de novembro de 2012






Estou indo... 

 Mas deixo um pouco de mim

 Em cada sentimento demonstrado

 Em cada emoção sentida 

Em todo Amor que vivemos

 Se um pouco de mim ficar em ti,

 já ficarei feliz, porque sei

 que deixei o melhor de mim!!

 Vanya Moreira




Intangível 

Assim, se tornou o seu coração!

 E não mais habitarei,

 um coração sem sentimentos!!

 Vanya Moreira


Frágil Você tem tanta vontade de chorar, 
 tanta vontade de ir embora. 
Para que o protejam, para que sintam falta.
 Tanta vontade de viajar para bem longe,
 romper todos os laços, sem deixar endereço. 
Um dia mandará um cartão postal, de algum lugar improvável. 
Bali, Madagascar, Sumatra. 
Escreverá: penso em você.
 Deve ser bonito, mesmo melancólico, alguém que se foi
 pensar em você num lugar improvável como esse.
 Você se comove com o que não acontece, 
você sente frio e medo.
 Parado atrás da vidraça, olhando a chuva que, 
aos poucos, começa a passar. 

Caio Fernando Abreu (in Pequenas Epifanias)

4 de novembro de 2012

 




Lágrimas

 Caem como pétalas de flor,

lágrimas de uma saudade infinda.

 Meu coração entristece, 

sem você aqui! 

Vanya Moreira

3 de novembro de 2012



Muda de rumo.

 Quando te mandarem ir por lá,

 vai pelo outro caminho. 

 Ou vai apenas,

 pelo caminho do teu coração.

 Caio Fernando Abreu

31 de outubro de 2012




Mesmo quando estou no mais profundo silêncio...

 Sei que nossos corações, 

continuam em sintonia!

Vanya Moreira

27 de outubro de 2012

 


Presente

 Decidi, que vou viver o presente

 que me foi concedido por Deus!

 Um dia de cada vez 

Sem me preocupar com o amanhã 

Deixar a vida me conduzir 

Deixar o amor florescer

 Deixar a felicidade me possuir!!

 Vanya Moreira

21 de outubro de 2012




E repito: andei pensando coisas sobre amor, essa palavra sagrada.
 O que mais me deteve, do que pensei,
 era assim: a perda do amor é igual à perda da morte.
 Só que dói mais.
 Quando morre alguém que você ama,
 você se dói inteiro(a)- mas a morte é inevitável, portanto normal.
 Quando você perde alguém que você ama,
 e esse amor – essa pessoa – continua vivo(a),
 há então uma morte anormal.

 Caio Fernando Abreu